sexta-feira, 28 de março de 2008

POLICIA MILITAR E PREFEITURA DE SÃO PAULO PARCERIA QUE ESTA DANDO O QUE FALAR .

A operação na cracolândia,localizada na região central de São Paulo, realizada desde a manhã desta terça-feira pela Polícia Militar e pelos próprios órgãos da prefeitura, encaminhou maios ou menos 190 pessoas para obter atendimento médico e social até o início da tarde.Segundo o balanço feito pela Secretaria das Subprefeituras, 30 adultos foram encaminhados para atendimento no Pronto Socorro da Barra Funda, 30 adolescentes foram enviados para o Pronto Socorro Menino Jesus, outros 50 adultos foram encaminhados para atendimento na AMA (Assistência Médica Ambulatorial) da Sé e outros 80 foram enviados para albergues da prefeitura.A PM prendeu um fugitivo do presídio de Franco da Rocha e encaminhou nove pessoas para averiguação no 77º Distrito Policial (Santa Cecília) e 15 para o 3º DP (Santa Ifigênia).A ação na cracolândia é semelhante a outra realizada em 2007, quando a prefeitura anunciou a intenção de desapropriar 103 mil metros quadrados. Na ocasião, a PM comandou abordagens a traficantes e a usuários, e as equipes da prefeitura se dedicaram a fiscalizar estabelecimentos ilegais.Em uma sabatina da Folha, realizada em maio do ano passado, o prefeito Gilberto Kassab (DEM), disse que a cracolândia "não existe mais". Na ocasião, o prefeito deu "nota dez" à sua administração.Já em fevereiro deste ano, a Folha revelou que a cracolândia continuava existindo, mas parte dos usuários havia se deslocado para áreas vizinhas.A operação iniciada hoje na cracolândia pode durar até ou mais de 20 dias. As abordagens serão da rua Mauá até a rua Conselheiro Nébias (duas quadras além da avenida Rio Branco) e da avenida Ipiranga à alameda Nothman (três quadras após a avenida Duque de Caxias). São 28 quarteirões a mais que incluem as praças Princesa Isabel e Júlio Prestes, além de trechos da rua Barão de Piracicaba e da alameda Cleveland.

segunda-feira, 24 de março de 2008

A FANTASTICA COMUNICAÇÃO HUMANA

Tecnologias da comunicação e da informação torna se um instrumento valiosissimo com o ser humano para a construção de si mesmo e do outro .
Idealizado pelo Instituto OI Futuro, o museu das telecomunicações vem como um novo conceito em questão de museu. A instituição, que já produz projetos educacionais e culturais com o foco de desenvolvimento humano , provoca atualmente uma nova interação do visitante ao museu.
No mesmo local do antigo Museu do Telefone,segundo a coordenadora geral da instituição em Belo Horizonte,Adriana Gulpado, apresenta o projeto como uma inovação. "A gente traz um conceito novo de hipertexto, onde você tem várias telas,com varias janelas,então o acervo não se resume aquele espaço físico".
Uma preocupação de manter o antigo acervo foi de extrema importancia.Apesar de possuir um formato dito como passivo, o extinto museu do telefone mantem muito da historia da comunicação. A base de todos os projetos dessa OSIP- Organização Social do Interesse Publico - é feita em cima de uma tecnologia da comunicação e da informação que abranja a população como um todo ." O objetivo principal é democratizar o acesso do conhecimento ,da informação atraves da tecnologia.Que todo mundo possa conhecer e ter acesso a parte física do instituto"ressalta a coordenadoral geral. Esse projeto foi realizado tambem no estado do Rio de Janeiro .Agora há ideias de novos projetos para a expansão em todo o país.
A forma como esse projeto é apresentado ,traz a tona o quanto de inovações que são necessárias para processos de formação de um novo futuro.Com toda a quantidade de informação presente,a forma mais tranquila onde todos pudessem deslumbrar esse hipertexto é através de um aparelho que faz o visitante escolher como e onde irá começar a sua visita.
Todas as falas,músicas,histórias,reflexões,enfim todos os sons poderão ser ouvidos num fone individual.A autonomia que o museu dá para o visitante é de grande importancia,pois ele irá decidir qual caminho tomará.
A idéia de mostrar como foi realizado,desde os primordios , até os dias atuais, a evolução na comunicação e informação entre os seres humanos , faz com que todas as informações contidas no museu sejam transmitidas gratuitamente.
A interação com o público é explorada de tal maneira que são disponibilizados jornais e revistas atuais,livros de cultura,arte,cinema,fotografia .Enfim,tudo para que o explorador desse novo saia de lá obtendo o maior numero de informações possíveis .
A " Linha do Tempo" apresenta com muito dinamismo principais fatos ocorridosdesde a pré história . A "Vozes da História" mostra como mitos e herois mobilizaram a humanidade.Isso pode ser conferido em suas reais falas. A reprodução de falas de Sigmund e Janete Clair , Thomas Edson e Lacan exibem a diversidades das suas apresentações.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Projeto Usurpa Funções de Jornalista no Trabalho em Rádio e TV.

No apagar das luzes das atividades da Câmara dos Deputados em 2007 foi apresentado um substitutivo ao Projeto de Lei nº. 1.337, que regulamenta a profissão de radialista. Bem ao gosto dos interesses patronais, o substitutivo retira todas as atividades e funções dos jornalistas no rádio e televisão. A FENAJ está convocando as entidades e os profissionais de Jornalismo a reagirem ao projeto. O substitutivo do deputado Beto Mansur (PP/SP) ao Projeto de Lei nº. 1.337, do deputado Wladimir Costa (PMDB/PA), foi apresentado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados no dia 19 de dezembro. E está com prazo para apresentação de emendas, que é de 5 sessões ordinárias a partir de 24 de dezembro de 2007. “Uma adequada formação enseja, pois, maior produtividade, melhor qualidade e maior envolvimento com o resultado final veiculado pela mídia, que assim exerce plenamente o papel que dela se espera, portanto, faz-se necessário viabilizar a regularização de profissionais que já vinham atuando no mercado ou que nele iniciavam suas atividades”, justificou Beto Mansur em matéria veiculada pela Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão.
Questionada sobre seu posicionamento quanto ao substitutivo, a Federação Interestadual de Trabalhadores em Empresas de Rádio e TV (Fitert) afirmou desconhecer seu conteúdo. “Achamos que a proposta é conveniente para os donos de emissoras de rádio e TV, e aí mora o perigo, pois muitos parlamentares são donos ou testas de ferro de emissoras”, diz o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade. Ele revela que a entidade já iniciou a reação ao substitutivo: “emitimos um alerta geral aos Sindicatos dos Jornalistas e buscaremos uma audiência com o deputado Beto Mansur”. Considerando que o substitutivo ataca a regulamentação profissional e o exercício das funções de jornalistas, a FENAJ já mobilizou sua assessoria jurídica e pretende interferir na tramitação legislativa do substitutivo.
(FONTE: FENAJ)

A VERDADE SOBRE O LICENCIAMENTO AMBIENTAL FEDERAL

Ultimamente a área de licenciamento ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA vem sendo denegrida em vários segmentos da mídia.

São comuns abordagens qualificando os procedimentos de licenciamento como meramente burocráticos, lentos e responsáveis pelo entrave de diversos projetos de desenvolvimento. Essas mesmas abordagens vinculam os problemas às pessoas que atualmente se encontram em posições de gerenciamento, como se essas pudessem simplesmente ignorar os dispositivos da legislação ambiental.

Dadas as incoerências dessas informações nos sentimos no dever de prestar os seguintes esclarecimentos à sociedade brasileira:
- De acordo com a legislação ambiental vigente, o IBAMA tem a atribuição de executar a Política Nacional do Meio Ambiente, onde se inclui a responsabilidade pelo licenciamento ambiental de atividades potencial ou efetivamente poluidoras de impactos regional ou nacional. De maneira similar, cabe aos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente o licenciamento ambiental de atividades cujos impactos não ultrapassem os limites dos Estados.
- É da alçada do IBAMA o licenciamento ambiental de grandes obras de infra-estrutura, a exemplo de: rodovias e ferrovias que interceptam mais de um Estado da Federação; empreendimentos do setor energético de impactos regionais, como hidrelétricas situadas em bacias de rios federais e linhas de transmissão de grandes extensões; exploração de petróleo na plataforma continental; e atividades que envolvam utilização ou transporte de material radioativo.
- O licenciamento ambiental é um instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente, que foi definida pela sociedade brasileira, por meio de seus representantes no Congresso Nacional, onde o IBAMA tem a função de Estado na regulação: dos interesses de execução de projetos econômicos pelos empreendedores; dos anseios e direitos da coletividade, evitando-se a privatização dos lucros e a socialização dos prejuízos sócio-ambientais; da necessidade de se assegurar um ambiente ecologicamente equilibrado.
- A verdadeira finalidade de um processo de licenciamento ambiental, sendo esse conduzido pelo IBAMA ou pelo Órgão Estadual de Meio Ambiente, é a de promover gestão ambiental aos usos propostos para os recursos naturais, de maneira a garantir para as gerações futuras um meio ambiente saudável e com qualidade. Para tanto, há necessidade de se considerar e avaliar, sob cuidados especiais e critérios adequados, como determinado projeto interage com o meio ambiente e com a presença humana.
- Quando se concede uma licença ambiental não se configura apenas a emissão de um documento burocrático, que os investidores têm necessidade de obter para o desenvolvimento de determinada atividade. Um documento dessa natureza assegura que determinado empreendimento, sob certas condições, apresenta viabilidade ambiental - atendendo, portanto, aos preceitos de sustentabilidade previstos na legislação ambiental, de maneira que as perdas e prejuízos sócio-ambientais sejam minimizados e/ou devidamente compensados.
O licenciamento ambiental constitui um processo complexo em que devem ser consideradas as várias questões que dizem respeito à ecologia, ao ser humano e à economia. Essa complexidade, por sua vez, implica na necessidade de desenvolvimento de estudos ambientais apropriados, como é o caso dos Estudos de Impacto Ambiental e dos respectivos Relatórios de Impacto Ambiental – EIA/RIMAs, das análises técnicas desses estudos, das avaliações dos riscos ambientais e tecnológicos inerentes ao empreendimento ou atividade, da realização de Audiências Públicas, entre outros procedimentos, os quais têm a finalidade básica de subsidiar o melhor entendimento sobre a realidade ambiental e social onde se insere determinado empreendimento. O licenciamento ambiental também visa garantir a participação e controle social sobre as alterações na qualidade de vida das populações afetadas, sendo muitas vezes o único instrumento de avaliação disponível.
E para que sejam consideradas as perdas relacionadas à coletividade, ao homem no meio onde interage e vive com suas culturas e tradições, ao meio-ambiente que abriga a vida em todas as suas formas e à economia que impulsiona o “desenvolvimento” do país, é que os órgãos ambientais exigem garantias que assegurem a qualidade de vida das presentes e das futuras gerações. Nem sempre os empreendedores oferecem as garantias, deixando ao Poder Público (áreas ambientais e sociais) a responsabilidade de se virar para minimizar o dano depois.
Essas análises e avaliações demandam tempo, recursos financeiros, instrumentais, materiais e fundamentalmente, humanos. Demandam e requerem conhecimento, ética e responsabilidade profissional calcada nos princípios da imparcialidade, da impessoalidade e da equanimidade exigidos dos que são investidos em cargos públicos, efetivos ou gerenciais, para exercerem o Poder Público.
É nesse contexto que a área de licenciamento ambiental, em articulação com as demais áreas deste Instituto, como a de Proteção Ambiental, de Ecossistemas, de Fauna e de Flora, vem desenvolvendo seus trabalhos, os quais, muitas vezes por não atenderem ao imediatismo de determinados segmentos, acabam por serem mal interpretados e, como conseqüência, tornam-se alvo de ataques.
Contudo, infelizmente não são apresentados à sociedade os vários motivos externos à competência do IBAMA que contribuem para atrasos - quando de fato ocorrem - nos procedimentos e os ditos “emperramentos” nos processos de licenciamento. Rapidamente, poderíamos enumerar:
- A indesejável sobrevivência da política desenvolvimentista “Desenvolvimento a Qualquer Custo”, que não leva em conta as variáveis ambientais no planejamento de ações e investimentos produtivos e de infra-estrutura, de maneira que a Política Nacional do Meio Ambiente, infelizmente, ainda não é devidamente incorporada em alguns setores, privados e públicos.
- Determinados projetos e estudos são apresentados de forma deficitária do ponto de vista ambiental, os quais, durante a condução administrativa do licenciamento ambiental, impulsionam o IBAMA a requerer redimensionamentos e/ou adequações. Esses fatos têm levado o IBAMA a ser taxado - injustamente - como gargalo de diversos projetos.
- Demora por parte de alguns empreendedores no atendimento de condições técnicas, normalmente estabelecidas pelo IBAMA nos processos de licenciamento, de maneira a assegurar a efetiva gestão ambiental das atividades.
- Desorganização orçamentária de alguns setores que, mesmo sendo responsáveis por grandes quantias de investimentos, às vezes não dispõem de recursos financeiros para efetuar o pagamento de taxas de licenciamentos, atrasando emissões de licenças e autorizações.
- Judicialização do licenciamento ambiental: em decorrência das distorções citadas, vários empreendimentos são questionados na Justiça.
Desse modo, gostaríamos de deixar claro que o IBAMA vem procurando desenvolver seu papel institucional e cumprir, da melhor maneira possível, sua responsabilidade perante a sociedade, a qual, temos plena convicção, almeja um meio ambiente mais saudável e a efetiva sustentabilidade das atividades econômicas.
Nessa ótica, entendemos que o nosso trabalho não deve ser interpretado como atravancador de desenvolvimento, mas sim como instrumento de segurança e cautela na aplicação uma política socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável. Conseqüentemente vemos nosso trabalho como potencializador de um desenvolvimento que leve a uma melhor qualidade de vida e a um futuro mais promissor, sem uso irracional dos recursos naturais.
Como lição histórica temos trágicos exemplos de descasos com o meio ambiente, adotados em modelos desenvolvimentistas do passado, que levaram, por exemplo, à destruição de mais de 93 % da Mata Atlântica; à contaminação e ao comprometimento de recursos hídricos, como o Rio Tietê e a Baía de Guanabara; entre outros prejuízos ambientais, os quais, além de afetarem significativamente a qualidade ambiental, também produziram inúmeros resultados econômicos e sociais altamente indesejáveis, levando a perdas de valores econômicos e de qualidade de vida.
Por essas serem as nossas convicções é que estamos na luta contra o descaso com a Política Ambiental Brasileira, que se reflete em diversos aspectos estruturais do IBAMA, tais como:
- Carência de pessoal e de material; justificando a continuidade dos esforços feitos no sentido da melhoria de nossas condições de trabalho.
- Defasagem salarial (nitidamente desconsiderada pelo governo na mesa de negociação).
- Estrutura gerencial precária, com existência, no âmbito da Diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental em Brasília, de apenas uma Coordenação Geral e duas setoriais, para atuarem no licenciamento ambiental federal em todo o Território Nacional. Essa situação necessita ser corrigida, por meio de reestruturação e reforço institucional - o que vale também para a área de licenciamento junto às Gerências Executivas do IBAMA nos Estados e no Distrito Federal.
Assim, cientes do nosso dever legal, acreditamos na necessidade da consideração e da aplicação de critérios para que realmente possa haver desenvolvimento. Também estaremos sempre dispostos a contribuir para que as atividades econômicas sejam mais responsáveis e eficientes do ponto de vista sócio-ambiental, de maneira que não dêem ao Cerrado, à Caatinga, à Amazônia, aos poucos remanescentes de Mata Atlântica e às atividades humanas que vivem em harmonia com esses ecossistemas o simples destino do descaso ou da destruição.


FONTE
Associação dos Servidores do IBAMA-DF

Determinação e Confiança são Peças Fundamentais do Sucesso .

Os cursos tecnológicos é uma modalidade que proporciona aos profissionais que estão no mercado ou que já estão atuando de uma forma técnica, ou que não possui um curso superior e queira se aperfeiçoar dentro de um estudo em nível superior e atualizar em diversas áreas da profissão.
Há um ano e meio com a implementação dos cursos tecnológicos, obteve se uma grande procura, e segundo o coordenador Jehu Aguilar, informou que “o curso será integralizado no próximo semestre de 2008 , tendo uma previsão de formar a primeira turma “. O diferencial que podemos revelar é que este profissional que vem procurar o curso tecnológico é um profissional que sabe o que quer , já esta dentro da profissão e já tem um comportamento muito maior em termos de conhecer o profissional e saber o que ele quer fazer , disse também que ele tem uma resposta muito satisfatória, tendo também uma proposta muito boa mesmo na qual são profissionais que dão um retorno extremamente positivo e os alunos são bastante dedicados e comprometidos. O profissional de secretariado tem dado um resultado satisfatório e tem dado um show em termos de disciplina, apresentações de trabalho, trabalhos práticos em trazer a realidade da profissão para dentro da sala de aula,tornando o curso em um curso não só teórico mas pratico.Vivenciando as práticas e com os trabalhos totalmente interativos com o mercado de trabalho .
Contudo hoje os cursos tecnológicos implementados no Centro Universitário Newton Paiva são investimentos acadêmicos fundamentais para o sucesso .

UNIVERSITÁRIOS SE DESTACAM EM INHOTIN

Alunas dos 2º e 3º períodos do curso de secretariado do Centro Universitário Newton Paiva, fizeram um trabalho no Museu contemporâneo de Inhotin, e segundo o coordenador do curso o Jehu Aguilar ressaltou que quando ele assumiu o curso no semestre passado uma das suas promessas foi fazer uma visita técnica com todo o curso e escolheu o Museu Contemporâneo de Inhotin, que ao chegar em Inhotin com todos os profissionais do secretariado e com o seu corpo discente em 99% , disse que teve a oportunidade de ter um contato com a arte e uma grande apreciação por parte das alunas. Essas alunas fizeram um trabalho na língua estrangeira identificando todo o memorial fotográfico do curso que eles passaram para língua estrangeira, em inglês e apresentaram.Esse foi um dos trabalhos que as alunas fizeram de forma externa e ressalta ainda que o curso deixou de ficar somente no seu gueto ou seja na sala de aula ,e Inhotin é um dos lugares que as alunas apreciam e gostam muito .

quarta-feira, 5 de março de 2008

Em Minas Gerais, só rodovias Estaduais tem radar fixo Ativo

Radares móveis entregues à Polícia Rodoviária Estadual foram apresentados ontem; fiscalização será maior no próximo feriado
Apenas os 17 radares estáticos, recebidos ontem pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) têm condições de funcionamento no Estado. Os outros 115 equipamentos instalados nas rodovias federais que cortam Minas Gerais e são gerenciados pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit), apesar de registrarem a velocidade dos veículos, não computam as multas desde dezembro do ano passado. Ainda não há uma previsão exata sobre quando os radares das rodovias estaduais começarão a registrar as infrações. A previsão da PRE é que isso aconteça até o início do feriado da Semana Santa. Dnit De acordo com o Dnit, os 115 radares não estão funcionando devido ao término do contrato com a empresa que opera os equipamentos. Ainda segundo o órgão, está em andamento um processo de licitação para monitorização dos radares, mas ainda não há previsão para que os equipamentos voltem a registrar as multas por excesso de velocidade. Segundo o tenente-coronel Ricardo Calixto, assessor de comunicação organizacional da PM, nos 26 km do Anel Rodoviário, por exemplo, onde estão instalados dez radares fixos, os equipamentos devem ser regulados no próximo domingo, mas isso não significa que eles registrarão as infrações. Isso só deverá acontecer quando for definida a empresa que irá operar os equipamentos.



FONTE : JORNAL O TEMPO