O esquema fraudulento de um mecânico da capital era em em retirar chassis de veículos envolvidos em acidentes e instalá-los em automóveis roubados chegou ao fim. O acusado, de 42 anos, estaria aplicando o golpe há pelo menos um ano. Ele foi preso em casa, no bairro Ipiranga. Segundo a Polícia Civil, o "serviço" do mecânico era tão bem-feito que, além de enganar os compradores *ao vender os carros irregulares sem levantar suspeita de procedência*, ele passava despercebido também pela fiscalização e vistoria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MG).Para a Polícia Civil, o Cirurgião, como ficou conhecido o mecânico - pela técnica avançada de transplantar os chassis dos automóveis , é considerado o maior adulterador de veículos do Estado. "Ele faz o melhor transplante já visto até agora no cotidiano da polícia", afirmou o delegado Márcio Lobato, coordenador de operação policial do Detran, durante apresentação do acusado.Ao todo, foram apreendidos 16 veículos com chassis transplantados, além de motores, etiquetas óticas, numerações dos vidros e chaves codificadas adulterados. Foi apreendido também com o mecânico diversas chaves de veículos, ferramentas, tintas, pinos para remarcação de números de motor e chassis.
INVESTIGAÇÃO>>> O Cirurgião estava sendo investigado há mais ou menos seis meses. A equipe da 3ª Delegacia Especializada de Investigação de Furtos e Roubos de Veículos Automotores chegou a ele durante buscas por pessoas envolvidas em roubos de veículos na região Norte da capital. Más, segundo a Polícia Civil, a cirurgias de chassis e a adulteração dos automóveis só foram descobertos porque o mecânico confessou a fraude."Percebemos que uma grande parte dos carros roubados na região Norte passava pelos bairros Ozanan e Ipiranga, onde está localizada a casa do profissional", disse o delegado Antônio Celso Lanna Rabelo.Conforme o delegado, o Cirurgião comprava os veículos batidos e encomendava um carro do mesmo ano e modelo. Na seqüência, explica o policial, o mecânico transplantava o chassi do carro acidentado no veículo roubado, adulterava as outras peças, emplacava os carros em seu nome ou no de um laranja e os revendia através de anúncios de jornal ou na feira do Mineirão Mecânico colocava chassis de carros acidentados em roubadosO esquema fraudulento de um mecânico da capital em retirar chassis de veículos envolvidos em acidentes e instalá-los em automóveis roubados chegou ao fim. O acusado, de 42 anos, estaria aplicando o golpe há pelo menos um ano. Ele foi preso em casa, no bairro Ipiranga. Segundo a Polícia Civil, o "serviço" do mecânico era tão bem-feito que, além de enganar os compradores *ao vender os carros irregulares sem levantar suspeita de procedência*, ele passava despercebido também pela fiscalização e vistoria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MG).Para a Polícia Civil, o Cirurgião, como ficou conhecido o mecânico - pela técnica avançada de transplantar os chassis dos automóveis -, é considerado o maior adulterador de veículos do Estado. "Ele faz o melhor transplante já visto até agora no cotidiano da polícia", afirmou o delegado Márcio Lobato, coordenador de operação policial do Detran, durante apresentação ontem do acusado.Ao todo, foram apreendidos 16 veículos com chassis transplantados, além de motores, etiquetas óticas, numerações dos vidros e chaves codificadas adulterados. Foi apreendido também com o mecânico diversas chaves de veículos, ferramentas, tintas, pinos para remarcação de números de motor e chassis.INVESTIGAÇÃO. Cirurgião estava sendo investigado há cerca de seis meses. A equipe da 3ª Delegacia Especializada de Investigação de Furtos e Roubos de Veículos Automotores chegou a ele durante buscas por pessoas envolvidas em roubos de veículos na região Norte da capital. Mas, segundo a Polícia Civil, o transplante de chassis e a adulteração dos automóveis só foram descobertos porque o mecânico confessou a fraude."Percebemos que uma grande parte dos carros roubados na região Norte passava pelos bairros Ozanan e Ipiranga, onde está localizada a casa do profissional", contou o delegado Antônio Celso Lanna Rabelo.Conforme o delegado, Cirurgião comprava os veículos batidos e encomendava um carro do mesmo ano e modelo. Na seqüência, explica o policial, o mecânico transplantava o chassi do carro acidentado no veículo roubado, adulterava as outras peças, emplacava os carros em seu nome ou no de um laranja e os revendia através de anúncios de jornal ou na feira do Mineirão.